The Inter-American Development Bank announces Fund for the development of the Amazon

By Bianca Oliveira

SAO PAULO – The Inter-American Development Bank (IBD) launched the Fund for Sustainable Development and the Amazon Bioeconomy during the 61st Assembly of Governors, held virtually. The initial investment of US $ 20 million is aimed at promoting more sustainable development models and the total is expected to reach US $ 1 billion.

The President of Brazil, Jair Bolsonaro, participated in the event and defended sustainable development and the participation of the private sector as “fundamental in the realization of projects”.

“The public sector is a decisive actor in the process of sustainable development in the Amazon. The Fund will act out of respect for national priorities and the sovereign interests of each country. But we cannot give up the versatility, innovation and investment capacity of the private sector, which will be fundamental in carrying out projects ”.

The Minister of Economy, Paulo Guedes, recorded a video for the event in which he argues that the Amazon should be seen as a space with real investment opportunities.

“The sustainable use of forest resources, whether for wood production or tourism, generates income and jobs for local communities and brings new allies to combat illegal deforestation”, he highlighted.

The appeal to private initiative was also made by Minister Hamilton Mourão at the World Economic Forum, in January. In an interview with Dire news agency, the executive secretary of the Observatório do Clima (Climate Observatory), Marcio Astrini, affirms that the appeal to international actors goes against the government’s actions in the national territory.

“The government acts to create a speech, an appearance that can tell the world that it is concerned. In calling companies or whatever to do what he does not do, he is being hypocritical, as the government has hundreds of measures against the environment ”. Among the retrenchment actions cited by Astrini is the reduction in the Budget for the Environment in 2021, which should be approved this week.

COSTITUITO IN AMAZZONIA IL FONDO INTERAMERICANO PER LO SVILUPPO

di Bianca Oliveira

SAN PAOLO DEL BRASILE – La Banca interamericana di sviluppo (Bid) ha lanciato un fondo per lo sviluppo sostenibile e la bioeconomia dell’Amazzonia durante la 61esima assemblea dei governatori, che si è svolta in modo virtuale. L’investimento iniziale per il Fondo sarà di 20 milioni di dollari e avrà l’obiettivo di favorire modelli di sviluppo più sostenibili. L’aspettativa è che il monte di finanziamenti totali arrivi a un miliardo di dollari.Il presidente del Brasile, Jair Bolsonaro, ha partecipato all’evento che si è tenuto nel fine-settimana e ha difeso lo sviluppo sostenibile ma anche la partecipazione del settore privato, definito “fondamentale nella realizzazioni dei progetti”.”Il settore pubblico è un attore decisivo nel processo di sviluppo sostenibile dell’Amazzonia. Il Fondo opererà nel rispetto delle priorità nazionali e negli interessi sovrani di ogni Paese” ha detto il presidente. “Non possiamo però rinunciare alla versatilità, all’innovazione e alla capacità di investimento dell’iniziativa privata, che saranno fondamentali nella realizzazione dei progetti”.Il ministro dell’Economia, Paulo Guedes, ha girato un video dell’evento nel quale difende il concetto che l’Amazzonia sia vista come uno spazio con reali opportunità di investimento. “Lo sfruttamento sostenibile delle risorse della foresta, che sia per la produzione di legno o per il turismo – ha evidenziato il ministro – genera reddito e lavoro per le comunità locali e contribuisce a creare nuove alleanze nella lotta al disboscamento illegale”.Un appello all’iniziativa privata è stato fatto anche lo scorso gennaio al World Economic Forum dal vicepresidente Hamilton Mourao. Ascoltato dall’agenzia di stampa Dire, il segretario-esecutivo dell’Observatorio do Clima, Marcio Astrini, ha affermato che i richiami agli attori internazionali vanno contro le azioni del governo sul territorio nazionale.”Il governo agisce in modo da creare una narrazione, un’apparenza che dica al mondo che si sta preoccupando” ha detto Astrini. “Sta convocando le compagnie private o chiunque altro per fare cose che lui stesso non fa: si sta comportando in modo ipocrita, dato che l’esecutivo ha adottato centinaia di misure contro l’ambiente”. Tra le operazioni che hanno causato una regressione sul piano ambientale citate di Astrini c’è anche la riduzione nel budget per l’ambiente nel 2021, che dovrà essere approvato questa settimana.

BID ANUNCIA FUNDO PARA O DESENVOLVIMIENTO DA AMAZÔNIA

por Bianca Oliveira

SAO PAULO – O Banco Interamericano de Desenvolvimento (IBD) lançou o Fundo para o Desenvolvimento Sustentável e a Bioeconomia da Amazônia durante a 61ª Assembléia de Governadores, realizada virtualmente. O investimento inicial de US$ 20 milhões tem o objetivo de fomentar modelos de desenvolvimento mais sustentáveis e a expectativa é que o total chegue a US$ 1 bilhão.

O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, participou do evento e defendeu o desenvolvimento sustentável e a participação da iniciativa privada como “fundamental na realização de projetos”.

“O setor público é um ator decisivo no processo de desenvolvimento sustentável da Amazônia. O Fundo atuará em respeito às prioridades nacionais e aos interesses soberanos de cada país. Mas não podemos abrir mão da versatilidade, da inovação e da capacidade de investimento da iniciativa privada, que será fundamental na realização de projetos”.

O Ministro da Economia, Paulo Guedes, gravou um vídeo para o evento em que defende que a Amazônia seja vista como um espaço com reais oportunidades de investimentos. 

“O aproveitamento sustentável dos recursos florestais, seja para produção de madeira, seja para o turismo, gera renda e emprego para as comunidades locais e traz novos aliados para o combate aos desmatamento ilegal”, destacou.

O apelo à iniciativa privada foi feito também pelo Ministro Hamilton Mourão no Fórum Econômico Mundial, em janeiro. Em entrevista à agência de notícias Dire, o secretário-executivo do Observatório do Clima, Marcio Astrini, afirma que o apelo a atores internacionais vai contra as ações do governo em território nacional.

“O governo age no sentido de criar um discurso, uma aparência que possa dizer para o mundo que ele está preocupado. Ao chamar empresas ou o que quer que seja para fazer o que ele não faz, ele está sendo hipócrita, pois o governo tem centenas de medidas contra o meio ambiente”. Entre as ações de retrocesso citadas por Astrini está a redução no Orçamento para o Meio Ambiente em 2021, que deve ser aprovada nesta semana.

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